A Festa do Divino no Mato Grosso - Brasil

 

O deputado José Riva (sem partido) pediu a suspensão da sessão por cinco minutos, para o colegiado receber a Bandeira do Divino. Neste momento os

O Divino no Parlamento

No mês de maio ou junho é a vez da festa do Divino Espírito Santo, Santo Elesbão e Santa Efigênia, com grupos de foliões à cavalo girando todo o município e terminando cada dia com os animados "Pousos de Folia", nos quais pode ser apreciada a dança do catira.

Na 6º feira do Divino, essas "folias da roça" fazem a sua entrada na cidade e a entrega solene dos donativos na matriz.

O sábado fica por conta do giro dos grupos de folias da rua (a pé) pelo centro da cidade, da queima de fogueiras e levantamento de mastros.

No domingo do Divino missas e procissão encerram a festa.

Corumbá

Cuiabá

Governador Dante de Oliveira e esposa carregam as coroas do Divino, durante a missa.

A Cavalhada é uma festa que acontece posterior à Festa do Divino Espírito Santo, em homenagem a São Benedito, nos municípios de Poconé, Porto Esperidião e Cáceres (MT). É uma festa que ocorria nos fins do século passado com bastante prestígio e hoje ainda acontece nesses municípios de Mato Grosso. Consiste de uma batalha simulada em que figuram cavalos e cavaleiros, na tentativa de salvar uma rainha..

 

FESTA DO DIVINO

Celebrado em diversos municípios de Mato Grosso, a Festa do Divino é representada pela Pomba, símbolo da paz, que figura em grandes bandeiras de cetim vermelho e branco.

Os festeiros, responsáveis pela festa, geralmente são escolhidos num concorrido sorteio solene. Cada festeiro assume uma insígnia sagrada, que carrega durante toda a esmola e procissão: a coroa é levada pelo Imperador, o centro, pela Imperatriz, a bandeira rica pelo Alferes da Bandeira e a bandeira pobre pelo Capitão do Mastro.


O principal elemento desse ritual é o mestre, que guarda detalhado conhecimento das práticas rituais, aptidão para música e capacidade de liderança. O seu mandato é vitalício. Quando há a presença dos "foliõezinhos", é também o mestre o responsável pela escolha e treino dos meninos, que entoarão os cantos sagrados durante a esmola e a festa propriamente dita.


Os músicos ou tocadores são, com frequência, em número de três: o mestre, tocando a viola, o contra-mestre, que é o tocador de sanfona e um "bumbeiro", que toca a caixa.
A Festa do Divino, no seu dia, é comemorada com toque de sino, fogos de artifícios e muitos cantos e músicas, realizados pelos músicos e foliões.

 

 

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